Quinta-feira, 22 de Maio de 2008

Anti-conceito: Sustentabilidade

Além do artifício de roubar palavras, uma das artimanhas intelectuais favoritas de esquerdistas e, nos tempos mais recentes, ambientalistas é o anti-conceito. Enquanto ao roubar palavras usa-se uma palavra para dizer o contrário daquilo que ela significa, no anti-conceito cria-se um conceito inválido que em si já destrói qualquer possibilidade de discussão racional sobre o assunto.

O anti-conceito "Sustentabilidade"
Como diz a célebre frase de Lavoisier, na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma. Vivemos em um planeta finito, escolha qualquer material que quiser – a quantidade que existe na Terra é limitada. Não se cria algo a partir do nada.

Por outro lado, é impossível destruir a matéria. Nada do que se consome é de fato consumido. Todos os materiais continuam lá, embora em outras formas. Estas formas podem nos ser menos úteis, mas os materiais ainda existem.

Por um lado, portanto, nada é "sustentável" já que tudo o que existe na Terra existe em uma quantidade finita (embora possamos não conhecê-la no momento). Por outro, absolutamente tudo é "sustentável" pois somos incapazes de criar ou destruir matéria.

Então o que diabos quer dizer "sustentabilidade"?

Para muitas das coisas que transformamos na natureza há meios conhecidos de retornar algumas das coisas transformadas a seu estado inicial. Se um processo industrial usa água para lavar alguma coisa, esta água pode depois ser filtrada e tratada quimicamente de forma a torná-la igual ao que era antes.

É a este tipo de ciclo fechado que ambientalistas se referem quando falam em "sustentabilidade". Seu ideal é que toda a ação humana deixe o ambiente exatamente como era antes. Segundo seus argumentos, esta seria única forma de garantir a continuidade de nossa existência.

"Sustentabilidade" é impossível
Há vários problemas com a doutrina da "sustentabilidade". Tudo o que existe faz parte do ambiente. Para ser completamente "sustentável", uma dada ação teria de ter como resultado final a mesma situação atual. Ou seja, a única coisa rigorosamente "sustentável" é não fazer absolutamente nada.

Observando as ações das organizações ambientalistas, percebe-se que esta verdade está clara para elas. O ativismo ambientalista trata-se essencialmente de impedir que se façam coisas. Não derrubem florestas, não cacem, não pesquem, não construam hidrelétricas, não queimem gasolina, a lista é longa.

É evidente que o resultado final de seguir este princípio consistentemente é a inexistência do homem. Alguns ambientalistas são até honestos o suficiente para reconhecer que este é realmente seu ideal.

Mesmo que se tolere que o ambiente seja alterado temporariamente, ainda é impossível ser verdadeiramente "sustentável". Se usarmos um filtro para limpar a água, de onde vem o filtro? Se usarmos um material reciclável para o filtro, com que construímos a máquina que o recicla? E o que fazemos com a sujeira que tiramos do filtro sujo?

Raízes do anti-conceito "Sustentabilidade"
Há três erros fundamentais e de princípio por trás da idéia de "sustentabilidade".

O primeiro é a idéia que a natureza tem valor intrínseco, independente de seu valor para o homem. O conceito de "valor" é dependente da existência de um ser capaz de julgar. Para seres irracionais ou objetos inanimados não há valores, apenas fatos.

Uma maneira de deixar um ambientalista totalmente embasbacado é, ao ouvir o inevitável "precisamos salvar o mico-leão dourado" (ou a espécie ameaçada do momento) responder simplesmente "por quê?".

O mais provável é ouvir uma resposta vaga sobre "biodiversidade" ou sobre utilidades que ainda não descobrimos. A realidade é que na maioria dos casos não há nenhum benefício real em preservar espécies em extinção. As espécies que nos são realmente úteis são as menos "ameaçadas" do planeta.

O segundo erro é não reconhecer que meio natural de sobrevivência do homem é alterar as coisas, adaptá-las a si. Ao tratar o homem como algo à parte da natureza, nos condenam por agir como temos de agir, por nossa natureza.

A natureza humana é a de indivíduos dotados de razão. Nosso meio de sobreviver é entender a natureza e alterá-la em nosso benefício. Condenar o homem por fazer isto é condenar o homem por viver, tão irracional quanto condenar uma bactéria por produzir gás carbônico ao decompor uma árvore caída na floresta.

O terceiro erro é a idéia que a capacidade humana é estática. Quando se fala em "sustentabilidade" sempre se está preocupado sobre se é possível continuar fazendo indefinidamente as coisas como fazemos hoje.

A realidade é que a vida humana é de constante progresso. Hoje é trivial fazer coisas que seriam "insustentáveis" cem anos atrás. Mas o progresso da capacidade humana de alterar a natureza depende da liberdade de usar hoje aquilo que temos hoje, da maneira mais produtiva que pudermos imaginar.

As três premissas acima estão implícitas no anti-conceito "sustentabilidade", é impossível uma discussão racional sobre a ação humana se esta idéia for admitida.

Isto significa então que devemos destruir tudo o que vemos pela frente como um enxame de gafanhotos? É claro que não. A ação humana é resultado do pensamendo racional. Pensar no longo prazo é algo fundamentalmente racional. Também não se pode admitir o dano à propriedade alheia.

A verdade é que existem inúmeros motivos racionais para usar com eficiência os recursos naturais, reaproveitar muitos dos materiais que usamos e garantir para nós mesmos um meio saudável e agradável para viver. Não é uma questão de "sustentabilidade" mas sim de tirar o maior proveito possível das coisas.

Um conceito válido para substituir um anti-conceito: Produtividade
Nada tem valor exceto em relação à vida do homem. Seres racionais são os únicos capazes de fazer juízos de valor e sua vida é a referência em relação à qual os valores são medidos.

A ação humana é capaz de transformar a natureza de formas menos úteis para formas mais úteis ao homem. Tal ação cria valor, pois os produtos beneficiam mais a vida do homem que os materiais de que são constituídos. A ação humana também é capaz de destruir valor, quando os produtos valem menos para o homem do que os materiais de que são constituídos.

Como, embora limitados, todos os materiais presentes na natureza são indestrutíveis (*), o único limite para a produção é nossa capacidade de transformar os materiais das formas em que os encontramos para a forma que desejamos.

O único limite real, portanto, é a capacidade humana. É o esforço humano. Quem realmente se preocupa com o bem da humanidade, ou seja, com o bem de cada um dos indivíduos que a compõe, deve se preocupar não com "sustentabilidade" mas com "produtividade". Não com "preservação" mas com "produção".

* Neste artigo foi desprezada a transformação de matéria em energia por ser irrelevante para todos os efeitos práticos.

(Fonte: http://www.ocapitalista.com/2008/05/anti-conceito-sustentabilidade.html)

Segunda-feira, 12 de Maio de 2008

Ataque ao capitalismo

Por Malu Gaspar

Tradicionalmente, a cada mês de abril o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) dedica-se a uma sucessão de invasões de fazendas e prédios públicos. É uma estratégia que tem se repetido nos últimos 11 anos, no chamado "Abril Vermelho", como forma de relembrar o assassinato de 19 militantes em Eldorado dos Carajás, município do sul do Pará, em um confronto com policiais militares em 1996. Neste ano, os sem-terra apostaram em um novo formato de manifestação para insuflar ânimo e garantir mais impacto ao "Abril Vermelho". O palco escolhido foi a Estrada de Ferro Carajás, no município de Parauapebas, próximo da região onde os militantes foram mortos. O resultado da nova estratégia é a foto que ilustra a abertura desta reportagem: um grupo de sem-terra à frente de uma locomotiva da Vale, imobilizada em meio a um protesto contra o capitalismo, a iniciativa privada e companhias que representam o "neoliberalismo e a globalização". A reação do governo ao golpe de imagem do MST é nula. Mas as empresas, cada vez mais acuadas por ameaças desse tipo, começaram a reagir. Na invasão da Estrada de Ferro Carajás, a Vale acompanhou cada detalhe da mobilização dos sem-terra e deslocou até mesmo um helicóptero com um fotógrafo e um cinegrafista a bordo para registrar o protesto minuto a minuto, com o objetivo de identificar abusos cometidos pelos manifestantes.

A reação da Vale mostra uma nova conduta por parte das empresas com relação ao MST: elas decidiram sair da posição de alvo e contra-atacar. Para isso, têm contratado desde espiões infiltrados no movimento até advogados, sociólogos e analistas políticos que conheçam o modus operandi do movimento. A Vale é a empresa que está mais avançada nesse processo. A mineradora sofreu nove invasões nos últimos oito meses, e todas degeneraram em conflitos entre os sem-terra e funcionários. Numa dessas ações, na Estrada de Ferro Vitória­Minas, um operador de locomotiva de 63 anos foi tomado como refém por 12 horas. Noutra, os sem-terra interditaram a Estrada de Ferro Carajás e interromperam o fornecimento de minério por um dia. O prejuízo com as ações do MST foi estimado em 20 milhões de reais. O movimento, frente ao esgotamento de sua causa em prol da reforma agrária, partiu para uma campanha aberta contra a empresa e para defender sua reestatização. "A Vale é campeã em multas e agressões ao meio ambiente. Isso não é um problema só de reforma agrária, mas da humanidade e do povo brasileiro", diz Gilmar Mauro, um dos coordenadores do movimento. A reação da Vale tem sido dura. Seu presidente, Roger Agnelli, afirmou publicamente que as ações do MST eram "atos criminosos praticados por bandidos, que não respeitam a lei nem a democracia". Ciente dos riscos que corria durante o "Abril Vermelho", a Vale conseguiu, na Justiça do Pará, uma decisão inédita, obrigando a União e o governo estadual a agir imediatamente para impedir a ocupação da Estrada de Ferro Carajás em caso de invasão. Só no Pará, seis advogados ficaram de prontidão para acionar a Justiça contra o MST. Mas, escaldada com o freqüente descumprimento dessas ordens judiciais, a companhia acionou também seu grupo de crise, sediado no Rio de Janeiro, e mobilizou mais de 100 funcionários em todo o país para reagir aos sem-terra.

Na mira do MST
As empresas que se transformaram em alvo constante das ações dos sem-terra
VALE
A mineradora é alvo de uma feroz campanha do MST. Foram três ações só neste ano. O movimento quer a reestatização da empresa
AMBEV
No início de abril, 600 famílias invadiram uma área ao lado da fábrica de Agudos, no interior de São Paulo, mas saíram por determinação da Justiça
ARACRUZ
Uma fazenda de reflorestamento da empresa na Bahia foi ocupada no início de abril por 700 sem-terra. Foi a terceira invasão em áreas da Aracruz desde 2005
MONSANTO
A unidade de Santa Cruz das Palmeiras, em São Paulo, foi invadida e destruída em março. Desde 2001, a Monsanto já sofreu cinco invasões
CUTRALE
A fazenda da empresa no município de Araraquara, em São Paulo, está ocupada por 600 famílias de sem-terra, que resistem à ordem de reintegração de posse
SYNGENTA
A estação de pesquisa de Cascavel, no Paraná, está ocupada desde novembro. Um sem-terra e um segurança morreram em confronto durante a invasão

O GRUPO DE CRISE DA VALE, que funciona como uma espécie de central de inteligência da empresa, já atuou em outros episódios de conflitos e ameaças de invasões, como a dos índios xicrim, em outubro de 2006. Desde o ano passado, tem dedicado especial atenção à movimentação do MST. Em março, quando os líderes dos sem-terra anunciaram que se mobilizariam contra a Vale, o grupo passou a se reunir pelo menos duas vezes por dia, ocasiões em que analisaram possíveis alvos, fragilidades no esquema de segurança e principalmente estratégias para conter abusos dos manifestantes. Entre a segunda quinzena de março e a última semana de abril, período crítico das invasões, a sala de crise da empresa no Rio de Janeiro funcionou a todo o vapor. Cerca de 20 funcionários, entre advogados, chefes de segurança, assessores de imprensa e diretores da companhia, participavam de duas teleconferências diárias para rever a situação e tomar decisões sobre o que fazer. Enquanto isso, outro grupo de funcionários percorria as ferrovias e áreas da Vale para detectar ameaças de ataques. Também tem se tornado comum na empresa a troca de informações sobre a movimentação dos sem-terra com a Agência Brasileira de Inteligência (Abin). "O grupo de crise tem total autonomia para tomar decisões, que não precisam nem mesmo passar por outros níveis hierárquicos da empresa", diz Walter Cover, diretor de projetos institucionais e de sustentabilidade da Vale e responsável pela operação do grupo de crise. Cover, no entanto, não revela que decisões são essas, consideradas estratégicas pela empresa.

Apesar de não ser a única companhia sob a mira dos sem-terra, a Vale é uma exceção na forma como trata abertamente do assunto. Para esta reportagem, EXAME entrou em contato com dez empresas que já sofreram algum tipo de ação dos sem-terra. Apenas duas, além da Vale, concordaram em falar sobre o assunto, mas preferiram não ter seu nome divulgado para não provocar reação do MST. "Todas as vezes que falamos contra os sem-terra, uma unidade nossa é invadida", diz o diretor de uma dessas empresas, uma multinacional do setor agropecuário, com presença em todo o Brasil. Segundo ele, a companhia já contratou, no passado, consultorias privadas de inteligência para antecipar as ações do movimento. A princípio eram contratos esporádicos, firmados em momentos mais críticos. Mas as constantes invasões do MST fizeram com que a companhia decidisse implantar, há seis meses, um departamento interno de segurança patrimo nial voltado para o monitoramento de invasões. "Passamos a ter uma preocupação maior em antecipar as invasões e proteger os funcionários. Eles ficam muito assustados quando vêem os sem-terra brandindo foices e facões", diz o diretor. Embora a orientação de não reagir seja unânime, nem sempre isso acontece. Em outubro passado, em Santa Tereza do Oeste, no Paraná, um sem-terra e um segurança da multinacional de sementes Syngenta morreram durante um conflito na invasão de uma estação de pesquisas.

Para o filósofo Denis Rosenfield, professor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul que estuda o MST há oito anos, a adoção de reações truculentas contra os sem-terra é um "equívoco estratégico" para as empresas. "Esse tipo de ação desastrada cria mártires para o MST e tem um efeito bombástico na opinião pública", diz. O confronto com o movimento, para o professor, deveria ser feito justamente da forma que a maioria das empresas tem procurado evitar, ou seja, com a maior transparência possível. "O MST não tem reivindicações que as empresas possam atender. O que eles querem é influenciar a opinião pública. Assim, é preciso brigar no mesmo nível", diz Rosenfield. "Além disso, muitos governantes e até mesmo juízes só agem sob pressão." Desde o início do ano, Rosenfield já foi chamado para dar palestras sobre o MST a uma dúzia de empresas e federações setoriais. "Os empresários querem entender o que é o movimento, como ele funciona, quem são seus líderes e qual a melhor maneira de reagir."

Rosenfield diz que a tendência é que as invasões de áreas de empresas privadas aumentem nos próximos anos. Agora, se alinham entre os inimigos dos sem-terra empresas sucroalcooleiras, de pesquisas agronômicas (como Monsanto e Syngenta), da área de papel e celulose (Aracruz) e de mineração (Vale) -- setores que de certa forma se enquadram dentro da lógica do movimento. No entanto, os sem-terra têm ido além e atacado empresas que nada têm a ver com sua bandeira. É o caso da Ambev, que teve uma área invadida pela primeira vez neste ano, ao lado de sua fábrica em Agudos, na região de Ribeirão Preto, no interior de São Paulo. Os sem-terra usaram a estapafúrdia alegação de que a empresa polui o aqüífero Guarani, a colossal reserva subterrânea de água que se estende por boa parte das regiões Sudeste, Sul e Centro-Oeste do Brasil. Oficialmente, a Ambev considerou o protesto um fato isolado sem maiores conseqüências. "Esse é um tipo de ação que só vai se radicalizar daqui para a frente", diz Rosenfield. "Ainda falta compreensão política às empresas para perceber que a melhor defesa, nesses casos, é a reação." É o que resta quando o Estado se exime de exercer sua função de assegurar direitos básicos de pessoas e de empresas.

Sábado, 10 de Maio de 2008

How to Be a Man

What does it mean to be a man today? How can men consciously express their masculinity without becoming cold or closed-hearted on the one hand… or wimpy and emasculated on the other? What’s the most loving way for a conscious man to express himself?

Here are 10 ways to live more consciously as a man:

1. Make real decisions.

A man understands and respects the power of choice. He lives a life of his own creation. He knows that life stagnates when he fails to decide and flourishes when he chooses a clear path.

When a man makes a decision, he opens the door he wants and closes the doors he doesn’t want. He locks onto his target like a guided missile. There’s no guarantee he’ll reach his target, and he knows this, but he doesn’t need such guarantees. He simply enjoys the sense of inevitability that comes from pushing the launch button.

A man doesn’t require the approval of others. He’s willing to follow his heart wherever it leads him. When a man is following his heart-centered path, it’s of little consequence if the entire world is against him.

2. Put your relationships second.

A man who claims his #1 commitment in life is his relationship partner (or his family) is either too dishonest or too weak to be trusted. His loyalties are misplaced. A man who values individuals above his own integrity is a wretch, not a free thinker.

A man knows he must commit to something greater than satisfying the needs of a few people. He’s not willing to be domesticated, but he is willing to accept the responsibility that comes with greater challenges. He knows that when he shirks that duty, he becomes something less than a man. When others observe that the man is unyieldingly committed to his values and ideals, he gains their trust and respect, even when he cannot gain their direct support. The surest way for a man to lose the respect of others (as well as his self-respect) is to violate his own values.

Life will test the man to see if he’s willing to put loyalty to others ahead of loyalty to his principles. The man will be offered many temptations to expose his true loyalties. A man’s greatest reward is to live with integrity, and his greatest punishment is what he inflicts upon himself for placing anything above his integrity. Whenever the man sacrifices his integrity, he loses his freedom… and himself as well. He becomes an object of pity.

3. Be willing to fail.

A man is willing to make mistakes. He’s willing to be wrong. He’d rather try and fail than do nothing.

A man’s self-trust is one of his greatest assets. When he second-guesses himself by worrying about failure, he diminishes himself. An intelligent man considers the prospect of failure, but he doesn’t preoccupy himself with pointless worry. He accepts that if a failure outcome occurs, he can deal with it.

A man grows more from failure than he does from success. Success cannot test his resolve in the way that failure can. Success has its challenges, but a man learns more about himself when he takes on challenges that involve risk. When a man plays it safe, his vitality is lost, and he loses his edge.

4. Be confident.

A man speaks and acts with confidence. He owns his attitude.

A man doesn’t adopt a confident posture because he knows he’ll succeed. He often knows that failure is a likely outcome. But when the odds of success are clearly against him, he still exudes confidence. It isn’t because he’s ignorant or suffering from denial. It’s because he’s proving to himself that he has the strength to transcend his self-doubt. This builds his courage and persistence, two of his most valuable allies.

A man is willing to be defeated by the world. He’s willing to be taken down by circumstances beyond his control. But he refuses to be overwhelmed by his own self-doubt. He knows that when he stops trusting himself, he is surely lost. He’ll surrender to fate when necessary, but he won’t surrender to fear.

5. Express love actively.

A man is an active giver of love, not a passive receiver. A man is the first to initiate a conversation, the first to ask for what’s needed, and the first to say “I love you.” Waiting for someone else to make the first move is unbecoming of him. The universe does not respond positively to his hesitation. Only when he’s in motion do the floodgates of abundance open.

Man is the out-breath of source energy. It is his job — his duty — to share his love with the world. He must wean himself from suckling the energy of others and become a vibrant transmitter of energy himself. He must allow that energy to flow from source, through him, and into the world. When he assumes this role, he has no doubt he is living as his true self.

6. Re-channel sex energy.

A man doesn’t hide his sexuality. If others shrink from him because he’s too masculine, he allows them to have their reaction. There’s no need for him to lower his energy just to avoid frightening the timid. A man accepts the consequences of being male; he makes no apologies for his nature.

A man is careful not to allow his energy to get stuck at the level of lust. He re-channels much of his sexual energy into his heart and head, where it can serve his higher values instead of just his animal instincts. (You can do this by visualizing the energy rising, expanding, and eventually flowing throughout your entire body and beyond.)

A man channels his sexual energy into his heart-centered pursuits. He feels such energy pulsing within him, driving him to action. He feels uncomfortable standing still. He allows his sexual energy to explode through his heart, not just his genitals.

7. Face your fears.

For a man, being afraid of something is reason enough to do it. A man’s fear is a call to be tested. When a man hides from his fears, he knows he’s fallen out of alignment with his true self. He feels weak, depressed, and helpless. No matter how hard he tries to comfort himself and achieve a state of peace, he cannot overcome his inner feeling of dread. Only when facing his fears does a man experience peace.

A man makes a friend of risk. He doesn’t run and hide from the tests of fear. He turns toward them and engages them boldly.

A man succeeds or fails. A coward never makes the attempt. Specific outcomes are of less concern to a man than his direction.

A man feels like a man whenever he faces the right way, staring straight into his fears. He feels even more like a man when he advances in the direction of his fears, as if sailing on the winds of an inner scream.

8. Honor the masculinity of other men.

When a man sees a male friend undertaking a new venture that will clearly lead to failure, what does the man do? Does he warn his friend off such a path? No, the man encourages his friend to continue. The man knows it’s better for his friend to strike out confidently and learn from the failure experience. The man honors his friend’s decision to reach out and make the attempt. The man won’t deny his friend the benefits of a failure experience. The man may offer his friend guidance, but he knows his friend must fail repeatedly in order to develop self-trust and courage.

When you see a man at the gym struggling to lift a heavy weight, do you jump in and say, “Here… let me help you with that. Maybe the two of us can lift it together”? No, that would rob him of the growth experience — and probably make a quick enemy of him as well.

The male path is filled with obstacles. It typically includes more failures than successes. These obstacles help a man discover what’s truly important to him. Through repeated failures a man learns to persist in the pursuit of worthy goals and to abandon goals that are unworthy of him.

A man can handle being knocked down many times. For every physical setback he experiences, he enjoys a spiritual advancement, and that is enough for him.

9. Accept responsibility for your relationships.

A man chooses his friends, lovers, and associates consciously. He actively seeks out the company of people who inspire and challenge him, and he willingly sheds those who hold him back.

A man doesn’t blame others for his relationship problems. When a relationship is no longer compatible with his heart-centered path, he initiates the break-up and departs without blame or guilt.

A man holds himself accountable for the relationships he allows into his life. He holds others accountable for their behavior, but he holds himself accountable for his decision to tolerate such behavior.

A man teaches others how to treat him by the relationships he’s willing to allow into his life. A man refuses to fill his life with negative or destructive relationships; he knows that’s a form of self-abuse.

10. Die well.

A man’s great challenge is to develop the inner strength to express his true self. He must learn to share his love with the world without holding back. When a man is satisfied that he’s done that, he can make peace with death. But if he fails to do so, death becomes his enemy and haunts him all the days of his life.

A man cannot die well unless he lives well. A man lives well when he accepts his mortality and draws strength from knowing that his physical existence is temporary. When a man faces and accepts the inevitability of death… when he learns to see death as his ally instead of his enemy… he’s finally able to express his true self. So a man isn’t ready to live until he accepts that he’s already dead.


Fonte: http://www.stevepavlina.com/blog/2008/05/how-to-be-a-man/


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